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Dívida pública cai 0,07% e fecha julho em R$ 2,95 trilhões, diz Tesouro

A dívida pública federal brasileira, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, registrou redução marginal, de 0,07%, em julho deste ano, para R$ 2,95 trilhões. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (26) pelo Tesouro Nacional. Em junho, o endividamento público também somava R$ 2,95 trilhões.

Essa pequena redução se deve principalmente ao maior resgate de papéis no período. O governo quitou dívidas que tinha com investidores no valor R$ 100,26 bilhões e, ao mesmo tempo, novas emissões de papéis da dívida totalizaram R$ 68,68 bilhões. Com isso, houve um resgate líquido (acima das emissões) de R$ 31,57 bilhões.

Também houve, no mês passado, despesa com juros de R$ 29,44 bilhões - que contribuiu para elevar a dívida em igual proporção. Os números da dívida pública de julho estão sendo divulgados com um mês de atraso por conta de movimento de paralisação de servidores do Tesouro Nacional.

Dívida interna X externa
No caso da dívida interna, houve queda de 0,2% em julho, para R$ 2,83 trilhões. A queda decorre do resgate líquido de papéis no período, compensado quase totalmente pelas despesas com juros - que impulsionaram a dívida para cima em julho.

No caso do endividamento externo, houve uma alta de 2,97% no mês passado, para R$ 124,3 bilhões. O aumento ocorreu devido à emissão líquida ocorrida no período, de R$ 1,9 bilhão (emissão de papéis no exterior) e à apropriação positiva de juros, no valor de R$ 1,69 bilhão.

Programação para 2016
A expectativa do Tesouro Nacional é de que a dívida pública continuará avançando em 2016 e deverá ultrapassar a barreira dos R$ 3 trilhões no fim deste ano, podendo chegar a R$ 3,3 trilhões.

Segundo o Tesouro, as necessidades brutas de financiamento da dívida pública neste ano, por meio da emissão de títulos, são de R$ 698 bilhões, mas estão previstos R$ 108 bilhões em recursos orçamentários. Com isso, a necessidade líquida de financiamento é de R$ 589 bilhões.

Compradores
Os números do Tesouro Nacional também revelam que a participação dos investidores estrangeiros na dívida pública interna caiu em julho. No mês passado, os investidores não residentes detinham 16,23% do total da dívida interna (R$ 459 bilhões), contra 16,41% (R$ 465 bilhões) em maio.

Com isso, os estrangeiros seguem na quarta colocação de principais detentores da dívida pública interna em julho, atrás dos fundos de previdência (24,33%, ou R$ 689 bilhões) - que assumiram a liderança -, das instituições financeiras (22,85% do total, ou R$ 647 bilhões), e dos fundos de investimento (21,22% do total, ou R$ 600 bilhões).

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