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Economia informal cresce pelo 2º ano consecutivo, aponta estudo

A economia informal subiu pelo 2º ano consecutivo em 2016 em meio ao agravamento da crise econômica e a deterioração do mercado de trabalho formal, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), em conjunto com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE).

De acordo com o levantamento, o mercado informal ou a chamada economia subterrânea deverá movimentar neste ano R$ 983 bilhões, o correspondente a 16,3% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro ante um percentual de 16,2% em 2015 – no ano passado, o índice cresceu pela 1ª vez depois de 11 anos seguidos de queda.

A pesquisa define economia subterrânea como a "produção de bens e serviços não reportada ao governo deliberadamente, com o objetivo de sonegar impostos, evadir contribuições para a seguridade social, driblar o cumprimento de leis e regulamentações trabalhistas e evitar custos decorrentes da observância às normas aplicáveis a cada atividade".

Segundo o estudo, o montante de R$ 983 bilhões supera o PIB das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

“A crise econômica interrompeu o processo de formalização da economia brasileira, reduziu o número de empresas, empregos formais e reduziu o pagamento de impostos. A crise profunda que afeta toda a economia provocou aumento da informalidade mesmo com os mecanismos que estimularam a maior formalização da economia ainda em vigor", afirma o pesquisador do FGV/IBRE Fernando de Holanda Barbosa Filho, responsável pelo estudo.

Por G1



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