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CÓDIGO SENHA

Preso pela PF, Vaccarezza já ofereceu blindagem em CPI a Cabral

O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) era um dos petistas mais próximos ao PMDB na Câmara. Ex-líder dos governos Lula e Dilma, ele se notabilizou mesmo por uma mensagem de texto enviada ao então governador do Rio, Sergio Cabral, durante a CPI do Cachoeira.

Na mensagem, Vaccarezza escreveu: "A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe você é nosso e nós somos teu [sic]".

O ano era 2012 e a Câmara discutia requerimentos para convocar Cabral e os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), na CPI que investigava as relações e operações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e empresas.

Cabral não aparecia nem havia sido citado em gravações da investigação da PF que motivou a criação da CPI.

No entanto, havia a possibilidade de ele ser chamado para depor em razão de fotos divulgadas que mostravam sua proximidade com o empresário Fernando Cavendish, ex-dono da Delta, empreiteira com diversos contratos com o governo federal e com o governo do Rio. A Delta era suspeita de ter desviado verbas para favorecer o grupo do bicheiro. 

Vaccarezza acabou com a agonia de Cabral, garantindo blindagem ao peemedebista ao enviar a mensagem de celular flagrada pela imprensa. 

Hoje, cinco anos após as palavras de conforto, Vaccarezza foi preso, em São Paulo, pela Operação Lava Jato. Cabral, ex-governador do Rio, também está preso, mas desde 2016.



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