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Operação Lava Jato

A Polícia Federal do Rio de Janeiro apreendeu, nesta quinta-feira (1º), 16 obras de arte, três carros de luxo e R$ 400 mil que fariam parte do patrimônio de Marco Antônio de Luca, empresário preso nesta manhã em um dos desdobramentos da força-tarefa fluminense da Operação Lava Jato.

De acordo com as investigações, Luca é ligado às companhias Masan, Milano e outras de um mesmo grupo empresarial. Por meio delas, o suspeito teria, segundo o MPF (Ministério Público Federal), destinado R$ 12,5 milhões em propina ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso desde novembro do ano passado, e a secretários de Estado.

Entre os veículos apreendidos, há um Dodge e uma Mercedes, segundo um policial federal ouvido pelo UOL. Ele disse ainda que o material foi encontrado em sete endereços comerciais e dois residenciais. Os últimos seriam o apartamento de Luca, em Ipanema, área nobre da zona sul carioca, e um sítio, cuja localização não foi informada.

Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato afirmam que o dinheiro ilícito era pago para que as empresas de Luca fossem beneficiadas nos acordos comerciais com o Estado, o que inclui contratos de alimentação para escolas e presídios, entre outros serviços.



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Operação Lava Jato

O presidente Michel Temer convocou na noite desta segunda-feira (26), ao Palácio do Planalto, o marqueteiro Elsinho Mouco para discutir estratégias de enfrentamento a Rodrigo Janot, após a apresentação da denúncia do procurador-geral da República contra o chefe do Executivo federal.

Procurado pelo Blog, o marqueteiro confirmou o encontro e disse que a linha do discurso do Planalto será a de "cobrar provas" de Janot. Além disso, o presidente questionará detalhes da denúncia. Mouco chamou a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) de "peça de ficção". 


Procurado pelo Blog, o marqueteiro confirmou o encontro e disse que a linha do discurso do Planalto será a de "cobrar provas" de Janot. Além disso, o presidente questionará detalhes da denúncia. Mouco chamou a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) de "peça de ficção". 

"Vamos para o enfrentamento. O presidente avalia se vai falar em entrevista, como será. Mas o tom está definido: vamos perguntar sobre as provas, vamos questionar Janot", disse Mouco nesta quarta-feira (27).

Aliados defendem nos bastidores que Temer antecipe a escolha do sucessor de Rodrigo Janot na Procuradoria Geral da República. Acreditam que a operação pode "esvaziar" a atuação de Janot.

 

Nesta quarta-feira, os procuradores da República vão eleger os três candidatos mais votados para a sucessão na chefia do Ministério Público.

A lista será encaminhada à Presidência. Temer avalia ignorar a tradição (não é obrigatório) de indicar o primeiro colocado da lista, como foi feito nos governos passados. 



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Operação Lava Jato

A Polícia Federal prendeu na noite de domingo (2) Jacob Barata Filho, um dos maiores empresários do ramo de ônibus do Rio de Janeiro. Ele foi preso no Aeroporto Internacional Tom Jobim pela força-tarefa da Lava Jato ao tentar embarcar para Lisboa, Portugal.

O empresário já estava na área de embarque e foi levado para a Superintendência da PF, na Zona Portuária do Rio, após passar pelo Instituto Médico Legal (IML) na madrugada desta segunda-feira (3). Ele não quis falar com a TV Globo na saída do local.

O mandado de prisão foi expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, com base em investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. A força-tarefa encontrou indícios de que o empresário pagou milhões de reais em propina para políticos do Rio.

A PF estava monitorando o empresário e antecipou a prisão, que aconteceria nos próximos dias. Ela foi informada que Jacob embarcaria para Portugal com passagem só de ida. Em nota, a defesa de Barata nega a informação e diz que a passagem de volta estava comprada.

"O empresário Jacob Barata Filho estava com passagem de volta de Portugal marcada para 12 de julho, ao contrário do que foi veiculado na imprensa. Ele estava realizando viagem de rotina a Portugal, onde possui negócios há décadas e para onde faz viagens mensais. A defesa do empresário irá se pronunciar assim que tiver acesso aos autos do processo."

Jacob Barata, pai do empresário preso, atua no ramo dos transportes de ônibus no Rio de Janeiro há várias décadas. Ele é conhecido como "Rei do Ônibus" e é fundador do Grupo Guanabara, do qual Jacob Barata Filho também é um dos gestores.

Várias empresas do conglomerado atuam no transporte de passageiros no Rio, e os negócios da família também se estendem para outras cidades e estados e meios de transporte.

 

 



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